O GER - Grupo de Ensino Religioso - é espaço onde professores e pesquisadores divulgam estudos e experiências em Ensino Religioso, sobretudo, na Escola Pública.
13 de dez. de 2017
O ser humano é imanente e transcendente
1) Ser imanente é estar ligado a si mesmo, sem poder ir além desse momento em que você está vivendo. Não se pode chamar – o (ser) imanente - de ser histórico, porque o ser histórico não “sofre” a história, mas também a constrói. O ser histórico é sujeito, isto é, é ator da história. Enquanto ser puramente imanente ele só sofre a história como destino, como sina.
2) O ser humano é imanente porque está visceralmente ligado à natureza; ele é natureza. Mas, o ser humano não é pura imanência, ele também é transcendente. O ser humano é também “geist”, isto é, espírito, pensamento. Aí, nessa condição, o ser humano transcende o aqui/agora, espaço/tempo, e projeta-se no futuro como fruto do desejo.
2) O ser humano é imanente porque está visceralmente ligado à natureza; ele é natureza. Mas, o ser humano não é pura imanência, ele também é transcendente. O ser humano é também “geist”, isto é, espírito, pensamento. Aí, nessa condição, o ser humano transcende o aqui/agora, espaço/tempo, e projeta-se no futuro como fruto do desejo.
O ser humano é imanente
1) O ser humano, você e eu, é imanente pois está ligado ao mundo. A consciência ecológica atual diz que o ser humano é parte da natureza. Ser imanente é estar “agarrado” visceralmente à natureza, ao mundo. Ser imanente é estar preso a uma realidade dada, isto é, que não se pode mudar.
2) A imanência do ser humano são suas características imutáveis, por exemplo, as fases da vida: nascimento (infância, adolescência, adultidade, envelhecer) e morte. Não há como escapar disso! Para ser humano tem que nascer e não há como fugir da morte (no fim da vida).
3) A imanência está ligada ao estado de natureza (o jeito natural) de ser. No estado de natureza o ser humano é bruto, luta constantemente pela sua sobrevivência. Luta egoistamente, isto é, sozinho! Aqui se encaixa a frase de Hobbes: “O homem é o lobo do homem!”
4) Enquanto imanente, o ser humano está pregado ao aqui e agora da história. Ele não se projeta no futuro, mas está limitado ao que a natureza lhe oferece.
2) A imanência do ser humano são suas características imutáveis, por exemplo, as fases da vida: nascimento (infância, adolescência, adultidade, envelhecer) e morte. Não há como escapar disso! Para ser humano tem que nascer e não há como fugir da morte (no fim da vida).
3) A imanência está ligada ao estado de natureza (o jeito natural) de ser. No estado de natureza o ser humano é bruto, luta constantemente pela sua sobrevivência. Luta egoistamente, isto é, sozinho! Aqui se encaixa a frase de Hobbes: “O homem é o lobo do homem!”
4) Enquanto imanente, o ser humano está pregado ao aqui e agora da história. Ele não se projeta no futuro, mas está limitado ao que a natureza lhe oferece.
11 de dez. de 2017
ESTUDO DAS RELIGIÕES - INTRODUÇÃO
ESTUDO DAS RELIGIÕES
INTRODUÇÃO
Para a escolha das religiões a serem estudadas vamos usar dados do IBGE,
do Censo de 2010 e a relevância regional da religião. De acordo com o Censo,
que expressa a quantidade populacional, a maior religião no Brasil é o Cristianismo.
Então, iniciaremos nosso estudo por ela.
Em seguida, veremos o Espiritismo kardecista que tem uma
presença significativa no Brasil, em especial em Minas Gerais, terra do médium
Chico Xavier.
Posteriormente, estudaremos as religiões Afro-brasileiras,
sobretudo, o Candomblé e a Umbanda.
A seguir, veremos algumas religiões de grande relevância mundial,
embora, algumas tenham, relativamente, poucos membros. É o caso do:
–
Judaísmo;
–
Budismo;
–
Islamismo;
–
Hinduísmo, etc.
Por fim, veremos Outras religiões não estudadas
anteriormente, sobretudo, asiáticas e nórdicas.
Objetivo geral (de
estudarmos as religiões): =>. Conhecer as religiões para superar o
preconceito (= discurso da ignorância, senso comum) e, assim, ajudar a construir
uma cultura de paz.
QUESTÕES PRÉVIAS AO ESTUDO DAS RELIGIÕES
1) Possivelmente o público presente (alunos) tenha
religiões diferentes uns dos outros, inclusive, pessoas sem religião (não religiosas,
teístas) agnósticas e ateias;
2) A escola pública de um estado republicano
(estado democrático de direito), caso do Brasil, representa este estado como
estado laico que garante a liberdade religiosa. O estado (laico) não deve
beneficiar ou embaraçar (prejudicar, atrapalhar) nenhuma religião;
3) Cada religião se constitui em sistema autoestruturado,
isto é, que regula toda a realidade existente. Cada religião tem o seu jeito de
conceber (concepção, cosmovisão) o mundo, o ser humano e a(s) divindade(s).
Exemplos: (1) Nem toda religião (segundo o senso
comum, isto é, a compreensão popular do termo) tem um deus, por exemplo, o Budismo.
(2) O diabo faz parte do discurso religioso de cristãos. Ele não tem nenhum sentido
em várias religiões, por exemplo, o Candomblé.
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